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Moda & Arte

11/05/2011 1 Comentário

A moda nunca esteve tão na arte.

Prepare-se. 2011 é o ano das exposições de moda do tipo “tem-que-ver”!  Já imaginou se perder numa sala do V&A  e poder tocar e ver de perto criações de nomes como Yohji Yamamoto? Ou Alexander McQueen no MET?

Ir à uma exposição dessas é a forma de entender por trás do conceito do desfile, da concepção de uma coleção e, muitas vezes, levar pro museu uma reinterpretação de uma obra que, por sua vez, poderia estar exposta ali, já que é sabido que muitos estilistas se baseiam e se inspiram em artistas, obras e exposições.

Quando pensamos em tendências futuras, a arte é o primeiro lugar a se explorar. É ela que está mais fresca, já que não depende de um mercado ou algum fator externo. É uma criação livre do artista, reflexo de suas observações e repertório.

E as exposições podem até mesmo mostrar uma direção a ser seguida, como por exemplo a retrospectiva de Margiela em Londres e a “Masters of Black in Fashion and Costume”, no Museu de Moda da Antuérpia, as duas no ano passado, que nos alertaram para uma estética mais simples, clean e minimalista, depois vista em passarelas e coleções.

E por quê moda não seria arte? Sobre essa polêmica, vale ler esse artigo do New York Times que debate a entrada da moda nos museus.

De 29 de abril a 29 de maio no Shopping Iguatemi, em São Paulo, poderemos ver de perto as criações de Pierre Cardin em Pierre Cardin – Criando Moda Revolucionando Costumes, que além das peças brilhantes de Cardin trata da sua relação com a decoração e essa ligação da moda com o tema (e viu só como moda é um diálogo? entre artes, decoração, cultura…)

Outra exposição do tipo “tem-que-ver” é  “Os anos Grace Kelly”, sobre a Princesa de Mônaco, entre 5 de maio e 10 de julho, na Faap, também em São Paulo.

Para quem quiser se programar e saber o que rola esse ano, o FFW publicou uma matéria com as 10 exposições imperdíveis indicadas pela WGSN em 2011.

Japonismo sempre em alta

14/03/2011

Yohji Yamamoto revolucionou o pensamento da moda ocidental depois de seu icônico desfile em Paris, no ano de 1981. De lá para cá, uma história com um sem fim de experimentações entrou em cena – e isso sempre foi sensacional.
Em Londres, atualmente, três exposições prestam homenagem a ele, um dos mais importantes representantes do japonismo. No V&A, a mostra com linha do tempo multimídia com mais de 60 criações do estilista ocupa o principal espaço de exposição.
No The Wapping Project Bankside, há uma coletiva com sete dos principais fotógrafos internacionais e suas contribuições com Yohji.
E no The Wapping Project, a instalação com vestido de noiva no meio de uma estação hidráulica nos faz pensar nos movimentos inconstantes da moda. Muito bacana. Para os olhos e para alma.

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